Quem é Requiem?

"Eu sou o que sou. Sou o que fiz de mim mesma. Sou o que fizeram de mim. Sou o que sinto, o que falo e o que como. Sou o que acredito, o que gosto e não gosto. Sou o que ouço; sou o que me recuso a ouvir. Sou o interno e o externo. Posso ser um começo, um meio, ou um fim. Posso ser uma vida, um dia, uma noite. Posso ser o sofrimento e posso ser a alegria. Posso ser a lágrima ou o sorriso, mas sou o que sou, e não o que me disseram pra ser. " 
Quantas vezes já não desfiz em lágrimas? Quantas vezes não me desfiz em raiva e dor? Minhas feridas antigas são águas passadas que me servem de inspiração pra escrever. Nem tudo aqui é real, tampouco aconteceu só a mim. Minha cabeça foi criativa o bastante pra criar várias dessas sensações, mas como dizem, sempre há um fundo de verdade nas brincadeiras. Escrever é a minha brincadeira, portanto há nos meus textos algumas verdades, mas minha imaginação é fértil, portanto não leve nada ao pé da letra. Meus textos são mistérios afinal, pouco se sabe sobre minhas inspirações e não se sabe ao certo quais são reais. Mas deixo à você o trabalho de imaginar. 
Sinta como eu senti, veja como eu vi, ouça o que eu ouvi. Deixe as palavras guiarem sua imaginação e seus sentimentos. As coisas vistas pelo lado poético são mais doces, mesmo quando falam sobre a mais amarga dor. Aprenda, ensine, se identifique, almeje. Esse é meu objetivo. Se inspire, sorria e chore. Te fazer sentir é minha maior meta. Aproveite a estadia e espero que te faça bem.

Um Grande Beijo,
Requiem.

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