terça-feira, 17 de julho de 2012

Nunca foi amor!

Desculpa, mas pro amor não existe medo, não existe distancia e nem fronteira. Amar é saber que é vagabundo, mas ter culhão pra ir até os pais da garota que você ama, sabendo que é provável que não te aceitem, e dizer a eles "Eu a Amo". Se você ama, isso é pouco. Não é preciso tomar coragem, ela ja vem em você. Quando você ama você não desiste tão fácil, não esquece fácil, e não se amedronta fácil. Quando se ama não há receio. Se há medo, receio ou vergonha, NUNCA FOI AMOR.
- Requiem

segunda-feira, 16 de julho de 2012

You and I... We Were Born To Die


Melhor Sombria que Sofrendo


  • Ele: ‎"Como você tá?"
  • Ela: "Sombria."
  • Ele: "E isso é lá um sentimento?"
  • Ela: "Não sei, mas eu to sentindo isso agora."
  • Ele: "E o que vai fazer a respeito?"
  • Ela: "Curtir."
  • Ele: "Curtir? Você é louca?"
  • Ela: "Não, mas é melhor curtir ser sombria do que preferir ser sentimental e viver sofrendo. É como uma anestesia."

Alma que sofre

"As linhas se romperam. Os milhares de pontos já não ligam as bordas dos profundos cortes e ferimentos no meu peito. Todas as lembranças ruins e sofrimentos irrompem a superfície de minha alma sem motivo aparente. Não há agora corte nos pulsos que doa o bastante para aliviar a dor da alma, por isso já nem vale a pena tentar. É como se não houvesse nada dentro de mim, me sinto vazia e só. E mesmo sem eu levar a sério a opção de acabar com a minha vida, eu não sinto mais vontade de viver."
- Requiem

A Esquizofrênica


Essa talvez seja minha última carta sã. Ariel está aqui. Posso senti-lo aqui. Ai! Que dor de cabeça! Ele não parece querer ir embora. Ele quer controlar minha mente por inteiro. Os homens! Os homens que o seguem ficam me dizendo pra fazer coisas ruins, mas eu não quero! Isso dói! Eu quero paz!
Não! Não! Eu não vou me matar, Ariel! Tem que haver outro jeito de tirar você de mim! Ah! Ariel! Para! Isso dói! Sai da minha cabeça! Sai desse quarto! Não, Ariel! Eu não vou pegar aquela faca! Ah! Ariel! Porque você está fazendo isso? Está sangrando! Seus homens! Aqueles demônios! Faça-os para de falar, Ariel! Por favor! Ariel! Ah! Ta doendo! Isso é tortura! Não, por favor! Não me mata! Ah! Isso dói! Dói! Ah! Ariel! As coisas estão ficando escuras! Ariel, o que você fez? Eu estou sentindo o sangue escorrer! Ariel! O que fez comigo? O que fez?! Socorro! Socorro! Socorro! Socor…
Ariel, minha voz está ficando fraca! Não consigo respirar! Ariel! Eu te odeio! Eu nun… Nunca vou. Te perdoar! Eu… Te ode..io! Eu…
- The Schizophrenic

Você vai, mas seu sorriso fica

Pois é. Passou tão rápido não? O tempo nunca se atrasa. E agora estamos mais uma vez na situação que eu mais odeio: O fim. O fim de uma época, uma época boa. Te ver indo embora me dá pontadas enormes no coração. Dói te ver dando cada vez um passo para mais longe. Um passo para mais perto do seu sonho, mas um passo para longe de mim. Eu estou à cada segundo aproximadamente quarenta centímetros mais longe dos teus sorrisos, das suas palavras, do teu abraço. Sua ocitocina toda me fará muita falta. Já posso quase sentir sua falta. Te ver saindo sempre foi desanimador pra mim, mas me acalmava saber que no fim do dia você estaria de volta. Mas dessa vez é diferente. É permanente. E cá estou sem conseguir te impedir de ir, sem conseguir chorar e implorar que não me abandone. Sem conseguir dizer um "Eu te amo" convincente o bastante pra que te impeça. Portanto só peço que não me esqueça. Não se esqueça da pequena que não existe. Não se esqueça do meu abraço, não se esqueça da minha voz e nem do meu olhar. Eu sei que seus sorrisos estarão pra sempre gravados em mim. Pode ir, vá logo! Mas me prometa que estará pensando em mim. 
- Requiem

domingo, 15 de julho de 2012

É estranho; sempre foi...


É estranho o que sinto quando ouço a sua voz… Bate em mim uma vontade insana de te olhar nos olhos, de tocar teu rosto e de te ver sorrir. Falar com você no telefone desencadeia as mais vividas lembranças que eu jurei esquecer. O gosto do teu beijo volta a minha boca e a sensação do teu toque volta a minha pele e então, o arrepio. O arrepio por lembrar o porque de eu amar tanto te sentir. O arrepio por notar que você neutraliza minha frieza e trás de volta sem esforços as borboletas que há tanto haviam saído de meu estômago. 
Porquê? Porque tem que ser assim? Finalmente alguém me tira da defensiva, mas então nota que eu não sou a pessoa certa. Não te culpo, afinal, não escolhemos de quem gostar, mas, nossa! É sempre tão complicado assim se apaixonar? Eu havia esquecido da sensação e preferia, sinceramente, que ela não tivesse voltado. Não agora. Não por você. 
- Requiem

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Diferenças

Era um dia comum de rotina. Eu estava na minha mesa do trabalho, tomando meu café expresso duplo com creme e verificando algumas notícias na tela do computador. Passei os olhos pelos três porta-retratos espalhados na mesa e olhei para fora do vidro que rodeava minha sala. O jornal estava numa correria alucinada aquele dia, afinal era fim de prazo pra sair a nova edição. Minha mente então se distraiu e voltou a pensar quão boa havia sido a noite anterior. Eu ainda não conseguia acreditar que estávamos casados há 3 anos. Eu estava tão feliz! Minha mente continuava vagando, lembrando-me do seu toque, dos nossos beijos apaixonados, das brincadeiras que fizemos na noite anterior, e como foi bom acordar com você ao meu lado, mas fui interrompida por uma batida leve na porta de vidro. Era Michelle, minha secretária. Loira, baixinha, meiga, animadinha e com carinha de boneca de porcelana. Assenti com a cabeça a sua entrada.
- Ana, sua danada, que estava rindo sozinha aí, hein? – ela disse com tom divertido. Eu sorri de volta. - Bom, te garanto que nenhuma lembrança sua vai ser melhor que as fantasias que você vai ter a partir de hoje. – eu parei, encarei-a e comecei a rir.
- Porque, Michelle? – Eu ainda estava rindo.
- Eu tenho certeza que você já deve ter sonhado em namorar aquele típico bad boy, skatista, tatuado, com alargador, piercing, roupa de marca, carro antigo… Típico homem gostoso que não perde a cara de adolescente, que curte rock e rap e tem aquele jeito especial de te olhar que te deixa completamente doida de desejo. Aquele tipo de cara que você não precisa provar pra saber que tem pegada e que é capaz de te levar às alturas… – Eu estava me segurando pra não gargalhar naquele momento.
- E o que eu tenho a ver com isso, Michelle? – tarde de mais, eu estava morrendo de rir.
- É ai que entra a parte interessante, ele quer falar com você! – Naquele momento eu entendi a gravidade da coisa. Olhei para o lado, e vi meu reflexo. Eu estava com salto, calça social de cintura alta, camisa de seda, colares dourados, anéis, aliança de casamento, brincos de perola, discretos, cabelos castanhos ondulados naturais, presos em um coque desgrenhado, mas elegante. A visão que todos tinham do meu marido era algo parecido comigo. Um homem elegante, provavelmente um executivo, mesmo que um cara “gostoso”, um que fosse do tipo galã de cinema, uma coisa meio “príncipe encantado”, que dirige carros como Mercedes e BMW – que por sinal era o tipo de carro que eu usava pra ir trabalhar. Não pude deixar de rir.
Saí da sala e Michelle veio atrás de mim. Enquanto andávamos ela tagarelava sobre como aquele dito homem era o sonho de adolescência dela, e que mesmo hoje ela queria ter coragem e oportunidade de namorar um homem daquele. Ela não parava de dizer o quanto ele era lindo, mas eu sabia exatamente como ele era lindo.
Quando entrei na recepção eu olhei para perto do balcão e me dirigi a você. Você enrolou seus braços tatuados e fortes em minha cintura e me deu um beijo que refletia amor e desejo com uma pitada de saudade. Passei os dedos pelo seu rosto e pude sentir a barba mal feita pinicá-los de leve. Conversamos um pouco. Você deixou comigo sua aliança, pois estava indo pra uma competição de skate e tinha medo de perdê-la na pista. Fiquei te esperando sair. Te vi pegar o Gran Torino 76 vermelho que você amava e sair rumo à competição.
Voltei andando pelo corredor brincando com a sua aliança e mordendo os lábios. Michelle veio correndo logo após mim.
- Ele é realmente seu amante?! Não é arriscado ele vir até aqui pra… – Ela viu sua aliança em minha mão. – MEU DEUS AMADO, ANA, ELE TAMBÉM É CASADO?! – Naquele momento eu entrei na sala e me apoiei na mesa pra não cair de tanto que eu ria. Tomei uns dois goles do meu café.
- Você ri?! – Michelle estava realmente assustada com a minha reação.
- Michelle, - disse eu lhe estendendo a aliança, onde estavam gravados os nossos nomes lado à lado. – Ele é meu marido! – eu já conseguia olhar pra ela sem quase explodir em risadas. Ela viu os nomes gravados ali. – Eu não realizei meu sonho adolescente… Ainda estou realizando-o. – Eu sorria.
- Mas… Vocês são tão diferentes… – Eu sorri.
- Nem tanto... - Eu disse com um sorriso e uma leve mordida nos lábios. Michelle me olhou com cara de espanto e depois abriu um sorriso malicioso e se foi. E lá fiquei eu, em minha mesa. Minha mente voltou a lembrar de nossa noite enquanto meus olhos percorriam nossos nomes gravados no ouro das alianças. Realmente éramos bem diferentes, mas isso nunca fez diferença. 
- Requiem

terça-feira, 10 de julho de 2012

E Quando Menos Espero Você Volta

Você me olha docemente. Teus olhos verdes cintilam às luzes da rua. Você me vem com doces palavras. Insiste que é de verdade, e que não estou sonhando. Diz que se arrependeu e me quer de volta. Diz que você me ama, e não para de pensar em mim. Eu te olho, com os mesmos olhos incrédulos que olhavam a tela do computador naquela noite. Cheios de lágrimas, sem saber se escolho acreditar ou não. Cansada da tortura, e completamente desesperada. Tremendo, e com medo de sofrer novamente. De ceder à tentação de te ter uma vez mais, te entregar minha alma, e você a matar como já fez antes. Você assombrou meus sonhos, e eu tinha o desejo de te ver morto, porque talvez assim eu conseguisse te esquecer, mas você está vivo e vai voltar. Eu não sei o que fazer pra fugir. Preciso que alguém me socorra, porque se eu te olhar nos olhos eu vou voltar. E eu não posso. Porque eu ainda te amo mais do que a mim mesma, e isso não vai mudar.
- Requiem

Nômade

Eu sou uma nômade. Cada dia num lugar diferente, conhecendo pessoas diferentes. Não gosto de ficar em um lugar só por muito tempo porque não gosto de me envolver. Não gosto de sentir saudades. Tenho medo de amar. As vezes ainda penso em parar um pouco, mas já sofri tanto que nem sei mais. Por isso me mantenho viajando. Pegando carona para lugares desconhecidos. Conhecendo as mais lindas paisagens, vendo as mais diferentes pessoas, mas mantendo longe, só por observar. Talvez algum dia eu resolva parar em algum lugar, mas não agora. Não. Agora eu vou viajar porque sou jovem de mais para ficar presa. Talvez algum dia eu encontre o amor, mas por enquanto meu coração pertence às estradas.
- Requiem

Uma Porta Com Muito à Dizer


Oi, eu sou uma porta e vim te contar a minha história. Não, não ria. Sei que você está pensando “que história uma porta pode contar?”, mas leia antes de qualquer coisa.
Eu moro numa casa de uma família de 4 pessoas. Um pai, uma mãe, uma filha adolescente e um filho quase adulto. Eu e minhas irmãs estavamos sempre acostumadas a sermos mantidas abertas. Eu, como sendo a porta do quarto da garota, as vezes era apenas encostada quando ela ia se trocar ou falar no telefone com a melhor amiga.
Todos na casa sempre foram muito sorridentes e unidos. Sempre conversando entre si, e brincando. A porta da sala era a que mais os via sorrir. Eles viviam assistindo filmes juntos, rindo, comendo pipoca, conversando e se divertindo. Era tudo tão lindo. Eu as vezes via a garotinha chorar. É normal que as tristezas venham as vezes. Uma nota baixa, uma amiga que se afastou, um amor não correspondido… Mas o seu irmão sempre vinha dar-lhe colo e carinho. Ele cuidava dela como se ela fosse sua filha, e não só uma irmã mais nova. Ela o amava de mais, e eles eram muito ligados. A porta do quarto do casal presenciava pouquissimas discussões, e na maioria das vezes ela via lindas cenas de amor e união entre aquele casal. Mas infelizmente nem tudo é um mar de rosas.
Há uns meses, aquele garoto precioso começou a deixar a família de lado. Por muitas vezes ele não dormia em casa, preocupando sua irmãzinha e seus pais. Há dois dias ele voltou. Acabado, drogado e bêbado o que gerou a pior das discussões. Primeiro quem o viu foi a garota. Com seus 15 anos ela entendia muito bem o que estava acontecendo com seu irmão. Ela começou a chorar dizendo que ele estava estragando a vida dele, e que ele poderia acabar com a família dessa forma. Ele ficou furioso. Os dois aumentaram o tom de voz e começarama gritar. Eu e minhas irmãs não sabiamos o que fazer. Doia tanto ve-los daquela forma. Irritados e se xingando. Então a mãe, assustada, chegou. Mais uma discussão. A garota chorava, a mãe chorava e o garoto estava muito agressivo. O pai chegou do trabalho, ouviu a gritaria e foi ver o que estava acontecendo. E mais uma vez as vozes se ergueram dentro da casa. Depois de alguns minutos todos se separaram. E pela primeira vez eu e minhas irmãs estavamos fechadas. Separando não somente simples comodos, mas separando as pessoas umas das outras, separando sentimentos. Isso é algo horrível. Às vezes as pessoas só consideram como distância aquela que é medida por quilômetros reais. Mas já parou pra pensar quantos quilômetros de distância há entre você e alguém próximo? Quantas vezes você viu alguém que você conhece, e mesmo ela estando perto, você se sente distante dela? Pois é. Hoje essa casa está triste. Todas as noite presenciamos lágrimas nos olhos deles enquanto tentam, em vão esquecer os problemas e dormirem. Eles não conversam mais, não riem. E isso dói. Hoje eu e minhas irmãs não estamos quase nunca abertas. Sempre fechadas. Escondendo segredos, tristezas, raivas e pessoas. E eu não queria ter que ser essa separação. É. Mas não ha muito que eu possa fazer, além de esperar junto com as minhas irmãs que as coisas melhorem, afinal eu sou apenas uma porta.
- Elisabete F. Batista, Adaptado por Requiem

Mundo Particular

Olho para os lados, para o relógio, não consigo ver o tempo passar. A cada segundo mais eu desejo estar em meu quarto, em meio aos meus livros e bichos de pelúcia que são os únicos que realmente me entendem. O sinal finalmente bate, e com ele vem o alívio. Cansei dessa gente superficial e fútil que vejo ao meu redor. Prefiro as pessoas que vivem no meu mundo. A sensação liberdade me consome, finalmente me sinto livre novamente. Todos os sentimentos raivosos abandonaram, eu estava só, longe de tudo aquilo que me fez mal durante todo aquele tempo. Finalmente era apenas eu e eu em meu próprio mundo, mundo criado por mim, mundo que me acolhia e me protegia, como eu já disse, meu mundo.
- Requiem

Gotas de Chuva

Creio que pra cada gota de chuva que eu via escorrer pela janela da sala, era uma lágrima minha que eu não queria deixar descer. Meu coração me implorava pra que eu o deixasse se aliviar, mas minha mente me dizia que se eu desabasse ali, na frente dele, eu só pioraria as coisas. Eu sabia que isso era verdade, mas também sabia que eu precisava de um tempo para chorar, e queria ter algum apoio, queria alguém que não me deixasse cair completamente e me ajudasse a levantar depois. Mas nem tudo é como queremos. Novamente eu esperei bater o sinal, fui para casa chorando. Chorei e desabei sozinha, e ninguém estava do meu lado me protegendo e nem me apoiando. É. São nessas horas que eu vejo o quanto consigo ser forte.
- Requiem

Imagino Uma Vida Ao Teu Lado

Sabe, amor? Em mais um de meus devaneios pensei em quão bom seria te ter como meu vizinho. Sua casa seria em frente à minha, e a janela do seu quarto seria alinhada à minha janela, para que todas as vezes em que eu não pudesse sair, conversássemos por ali mesmo. 
As coisas que eu não pudesse dizer, eu escreveria numa folha com canetões de ponta grossa. Você reclamaria que não conseguiria enxergar e eu, por puro exagero, escreveria-a novamente em uma grande folha de cartolina. 
- Consegues enxergar agora, ceguinho? - Rir-me-ia com tua cara emburrada resultante do apelido bobo. 
- Venha cá, menina. Não quero forçar a vista! Quero-te ao meu lado, aqui. Não quero mais te ver através de uma distante janela. - Dirias rindo e com face de filhote pidão. 
Então eu sairia da janela, e com a desculpa de ir a qualquer lugar, sairia de casa. Correria até a tua porta, e chamar-te-ia por Ceguinho, até que me atendesse. 
Assim que a porta se abrisse, puxar-me-ias pela cintura. Olharias em meus olhos e sorrindo me diria: 
- Posso ser “Ceguinho”, mas te vejo perfeitamente daqui. Sorrindo, encher-te-ia de beijos carinhosos equanto, num salto, me pegarias no colo. Iríamos até o telhado, onde sentaríamos e, em meio a conversas, risadas e carinhos, veríamos o por-do-sol, ou até mesmo, as estrelas.
- Requiem

"Beija-me Inda Mais"

Deixe-me te sentir. Passar de leve as unhas pelas tuas costas. Deixe-me sentir sua respiração no meu pescoço me fazendo arrepiar. Deixe-me sentir suas mãos quentes e fortes percorrerem com desejo meu corpo. Deixe-me tocá-lo como nunca toquei. Deixe-me senti-lo como nunca senti. Deixe-me amá-lo como nunca amei. Deixe que o desejo e a imoralidade nos controlem por um tempo. Tempo suficiente para saciarmos a vontade que temos um do outro. Tempo o bastante para que aproveitemos cada segundo nunca antes provado. Encoste-me na parede, sinta meu corpo tremer. Sinta minha respiração ofegante que chama por você. Veja nos meus olhos o mais puro desejo. Sinta o cheiro do meu perfume. Eu sei que ele te deixa louco. Deixe-me sentir teu calor, deixe-me te beijar. Ponha suavemente suas mãos em meu pescoço. Vamos! Me puxe para você e me leve para onde nunca fui.
- Requiem

E Vem a Dúvida

Esse teu jeito, esse teu olhar… Serão eles sinceros? Serão eles bons? Eu me pergunto todos os dias se estarei eu fazendo a escolha certa. Às vezes duvido de tudo. Porque? Eu achei que toda essa insegurança havia se esvaído de mim, mas você a trouxe de volta juntamente com as borboletas no estomago, a pele queimando, os pelos arrepiados e o coração que bate mais forte do que um martelo que bate em um muro com a clara intensão de derrubá-lo. Mãos suadas, noites passadas em claro. Tudo sua culpa. Meus segredos? Simplesmente não consigo guardá-los de você. Que faço? Minha vida nas mãos de um estranho. Sim, um estranho. Um estranho que me deixa completamente boba. Porque estranho? Porque você não provocava isso em mim antes. O que aconteceu com você? Você mudou, você é outro, mas sinto que posso confiar. Mas e se você me magoar? Sinto que preciso de você como um coração precisa bater. Que não seja apenas uma ilusão.
- Requiem

O que eu quero

O que eu quero? Quero você toda noite dormindo do meu lado. Quero seu abraço todos os dias. Quero seu sorriso todas as manhãs juntamente com seu beijo na minha testa antes de eu ter que levantar. Quero você mexendo no meu nariz e brincando comigo ao querer me fazer sentir como se tivesse 5 anos novamente. Quero você me pegando no colo e falando pra eu tomar vergonha na cara por ser muito leve. Quero você “discutindo” com meu irmão quando ele troca seu nome por sacanagem. Quero você me abraçando apertado. Quero você me olhando com estes olhos perfeitos que você tem e com um sorriso bobo no rosto poucos segundos antes de me beijar. Quero você aqui do meu lado pra me fazer esquecer tudo o que me faz querer chorar. Eu quero ouvir você cantando pra mim. Eu quero você me chamando de criança mesmo nós só tendo 2 anos de diferença. Quero você. Você, e você.
- Requiem

O Mar de Ismália

"Quando estou enfrente ao mar
O vento tenta me avisar
Mas as vozes dessas ondas
Insistem em me chamar.
Não posso me deixar levar
Ismália também se apaixonou
Ela deixou-se afogar
Quando seu nome o mar chamou.
O mar costuma apagar
As pegadas de suas margens
Elas contam variadas histórias 
De infelizes viagens
Dos fracos que, sem lutar,
Sucumbiram ao seu encanto
E dos fortes que perdiam o ar
Ao ouvir seu doce canto.
Bem sabe o vento
Que o mar adora enganar.
The chama e te seduz 
Mas e so pra te afogar.
E quando finalmente enlouqueces
E vês que não consegues mais voltar
O mar te larga numa ilha.
Teu cemitério, teu lar.
Enfim o mar te abandona
E então volta a cantar
Afim de encontrar mais um desavisado
Pra seduzir e matar."

-  Requiem

Pensando Demais, Vivendo de Menos

O que pensar? O que dizer? Pensamos demais. Será que é certo viver vivendo? Ser sem pensar em ser, só sendo? Será que pensar de mais realmente no impede tanto? Tantas perguntas… Talvez a filosofia da vida seja não ter filosofia alguma. Simplesmente fazer por querer, sem pensar em fazer. Viver um pouco. Deixar em alguns momentos as consequências de lado. Parar de pensar, e pensar, e planejar, e começar a agir. Correr atrás de um carro para impedir alguém de ir embora não seria uma cena de filme se nao pensássemos tanto nas consequências possíveis e impossíveis que isso pode trazer. Amar talvez não fosse loucura se amássemos sem pensar, sem analisar, sem ter tempo de exigir. Só amar, sentir. Talvez a razão devesse ser esquecida por um tempo. Tempo, eis aquilo que nos obriga a pensar. Nos obriga a lembrar e a ter pressa. Se não houvesse tempo, poderíamos viver melhor. Sem pressa, sem pensar, sem lembrar. Errar sem se preocupar tanto em fazer o certo. Talvez assim pudéssemos ser mais felizes.
- Requiem

Sinto Saudades,


Me lembro daquele dia como se fosse ontem. O dia até que estava bonito. Primeiro dia das férias de verão. Como esperávamos, todos, por aquele dia, não? Estávamos mais felizes do que nunca. Havíamos passado de ano e pulávamos em comemoração, mas você… Você não conseguia erguer a cabeça de tanto que chorava. Muitos de nós havíamos perguntado à você se você havia repetido o ano, mas você não respondia e quando olhamos a lista seu nome estava com um enorme “APROVADO” na frente. Ninguém entendia o que poderia ter acontecido. Tentávamos te animar, mas você chorava cada vez mais e nós nem sabíamos o que fazer já que não tínhamos idéia do motivo de tanto choro. Em seu olhar eu podia ver a dor que só quem já havia chorado daquela forma entendia. Você chorava querendo gritar, mas se calava. Seu rosto mostrava teu desespero, mas de sua garganta não saía um único som. Pela primeira vez o garoto que ninguém nunca havia notado direito virou o assunto principal entre nossa sala. Estávamos todos sinceramente preocupados. Dava pra ver que não era fingimento. Eu tentei olhar teus braços à procura de marcas de cortes, mas não havia nada. Você ou teria se cortado em outros lugares, ou nunca havia feito isso. Eu e minhas amigas estávamos em desespero. O resto da sala já havia desistido, mas nós três ficamos com você aquele dia inteiro. Não falamos nada, só te abraçamos e lá ficamos. Com a imensa dor no coração de te ver daquela forma e não poder fazer nada. E as suas lágrimas não paravam de rolar. Você continuava calado e chorando, e nós às vezes te perguntávamos o que havia acontecido, mas, como sempre, você não nos respondia. Desistimos. Te oferecemos carona para casa, mas você não aceitou. Foi a pé para sua casa sozinho, chorando. Naquela noite nenhuma de nós conseguiu dormir. Viramos e viramos na cama sem conseguir ter paz. Às 7 horas da manhã, recebo a ligação de uma delas, que chorava. “Olhe agora o seu e-mail! Não há tempo de explicar! Não enrola! Olhe agora!”, ela gritava. Eu curiosa e com medo, desci correndo as escadas sem pensar se eu estava de pijama ainda ou não. Abri meu e-mail e havia uma nova mensagem enviada por você. Assunto: Obrigada e Adeus. Abri o e-mail e comecei a lê-lo:
“Queridas colegas,  
É com grande prazer que lhes digo que nunca fui tão grato à alguém como sou à vocês, mas infelizmente vocês não conseguiram melhorar tanto assim as coisas, mas eu não as culpo. Desde quando nasci não sou muito bem vindo em minha casa. Minha mãe foi estuprada quando tinha 16 anos, há 17 anos atrás e eu sou fruto desse crime. Como a família dela era pobre, não tinham dinheiro para um aborto, e minha avó não quis deixá-la abortar de qualquer forma. Minha mãe me teve sem querer, cuidou de mim sem querer e eu não a culpo. Há pouco tempo minha mãe entrou em depressão profunda. Já tentou se matar milhares de vezes mas eu sempre a impedi. Da última vez que eu a impedi de se matar, ela gritou: “Você já é um peso na minha vida! Eu te odeio, porque todos os dias que te vejo lembro do que houve comigo! E agora, pra piorar a situação, não me deixa acabar com a minha dor! Você já não é satisfeito com toda a dor que me causa? Não é o bastante me ver querer morrer quando te vejo, também quer me torturar?! Me deixe morrer em paz, ou morra você! Porque vivos, nós dois, não dá pra ser!”. Aquilo acabou comigo, mas ela tinha razão. Eu sou um peso e não era pra eu estar aqui. Eu sou fruto do maior pesadelo dela e a relembro dele todos os dias, a todo o momento. Por isso, desisti de mim. Eu demorei muito para tomar essa decisão, afinal, não queria morrer, mas não quero mais magoar a minha mãe. Ela merece viver, porque não foi de mim que abusaram, que tiraram a inocência; que tiraram a vida, praticamente. E esse é o meu adeus. Quero lhes agradecer por ficar do meu lado no meu último dia de vida. Está tudo preparado. Os remédios estão comigo, as seringas e o revólver, caso algo dê errado. Não me procurem, me deixem fazer isso. Se bem que é provável que quando vocês três terminarem de ler este e-mail eu já tenha partido. Obrigada, meninas. E algum dia as verei no céu, se acaso eu merecê-lo.  
Com carinho, Richard.” 
Naquele momento meu coração se partiu. Comecei a chorar como uma idiota e liguei para a sua casa. Até hoje não me lembro porque raios eu tinha seu número, mas eu lembro muito bem da voz que me atendeu berrando e chorando ao telefone:
“Olha, eu não sei quem você é, mas não ligue mais!” 
“Eu quero saber se Richard está bem!” 
“Ele não está bem, ok?! Ele acabou de se matar! O meu bebê acabou de se matar e foi por culpa minha! Não ligue mais, criança! Não apareça aqui! Eu quero ficar sozinha! Meu filhinho morreu por minha culpa! MINHA culpa!…”
O telefone foi desligado em meio aos choros e gritos de sua mãe que se martirizava por saber que havia sido o motivo de sua morte. Depois de alguns dias, veio a notícia de que ela havia se suicidado, ao pular da janela do apartamento de vocês, no 18º andar. Hoje, se completa 1 ano desde sua morte. Richard, eu sei que você está no céu, provavelmente rodeado de anjos. E quero muito que Deus leve essa minha carta até você. Sentimos sua falta. 
- Requiem

Tornaste-me em ruínas

O que posso dizer alem de parabens? Voce conseguiu destruir minhas muralhas e minhas mais diversas defesas. Conseguiu arrancar de mim a frieza, a segurança plena, desbloqueou meu ciumes, fez voltar a mim a sensação de nostalgia. Estar sem voce tem virado tortura ultimamente. Me apaixonei pelo seu sorriso e me entreguei ao teu olhar. Ah se olhos claros fossem realmente claros assim. Me perdi neles e nao acho a saida de modo algum. Que fazer? Que fazer quando alguem consegue acabar com todas as suas formas de defesa e te faz se entregar? E o que fazer quando ela nota que foi errado? Chora? Reconstroi a barreira de novo? E com que materiais? Voce levou de mim os recursos que eu tinha pra nao sentir falta e me reconstruir. Deixe-me abraçá-lo pela ultima vez antes que eu parta para o exílio de minha alma. Minha oficina me aguarda afim de que eu reconstrua minha fortaleza. Mas dessa vez acabarei com as janelas e trancarei as portas pra nao correr o risco de que me invadam novamente.
- Requiem

Dias e Abraços

Existem dias em que nada ajuda. Você ta pra baixo e nada muda teu humor. Nada uma vírgula… Nada que não seja ele(a). Sempre tem alguém em especial que te faz sorrir, que consegue melhorar teu humor não importando o que tenha acontecido. Mas agora chega a parte ruim… Porque inferno essas pessoas sempre estão longe de nós, seja física ou emocionalmente, nesses momentos? Algo as impede de estarem conosco justamente no momento em que são tudo quanto precisamos e isso é tão injusto, né? Isso é mais que apenas injusto, é horrível! A dor que está dentro de nós só aumenta e não entendemos porque não podemos precisar de alguém que pode estar ali. Será que é a vida nos pregando peças ou será nosso próprio coração, que não consegue depender do possível, e sim do impossível apenas?
- Requiem

O Fim de Tudo

Por enquanto as coisas vão bem. O tempo passa normalmente e a rotina não muda. Fim do mundo? Não existe! Só o fim de nós que existe. O fim do caráter, dos sentimentos, do altruísmo e da fé. Minhas unhas vermelhas e minha cara de revolta são de longe engraçadas. A revolta é de ver o mundo se desfazendo em ódio e não conseguir realmente fazer alguma coisa pra parar tudo. Ah como eu queria ser forte e dizer que “vou impedir o mundo de virar um monstro e nos comer vivos.”, mas não. Minha capacidade humana é limitada de mais pra que eu possa impedir o mundo inteiro de se desfazer e se engolir em ódio. Os valores estão chegando ao fim e o amor está em plena extinção. Como ser bom num mundo governado pelos maus? Como ser justo em um mundo injusto? Como ser honesto em um mundo de mentiras? Sua verdade já não é mais aceita por ninguém. Os poderosos criam verdades. Suas mentiras são indiscutíveis, portanto são consideradas reais. Não há como parar, o jeito é assistir queimar e se proteger. Se proteger pra que o fogo da hipocrisia não te consuma também. O mundo está em chamas e está pronto pra nos incinerar vivos.
- Requiem

O Furacão "Amor"

Você pensa que está forte e que nada pode te atingir. Você havia reconstruído suas muralhas e seus fortes. Não havia maneira de alguém te invadir sem que você deixasse, mas então você se lembra que criou janelas, e em meio à tempestade as havia esquecido abertas. Então entra o amor. Ele se transforma em furacão dentro de você e destrói tudo o que você havia construído. Até mesmo suas mais fortes fortalezas ele destrói, como o diamante que corta o vidro, estilhaçando-o e se mantendo intacto. O amor se vai enfim, como se houvesse aparecido apenas pelo prazer de te por abaixo. Você finalmente acorda, machucado e com o coração em ruínas. O que lhe resta além de chorar? Suas construções e abrigos foram completamente destruídos e resumidos a pó. Quanto tempo demorará a reconstrução? Valerá à pena pagar esse preço, sendo que o amor é auto-imune e sempre é mais forte que você? Valerá à pena? Você não sabe, mas precisa tentar. Precisa tentar se enfiar em mais uma fortaleza que mesmo sendo feita do mais forte aço e do mais resistente material será sempre frágil comparado ao poder devastador e magnífico do amor. Será que alguma hora você vai desistir de lutar contra isso ou achará uma forma se tornar imune ao amor completamente? Não sei… Mas se conseguir se tornar imune, conte-nos como. Creio que o mundo hoje em dia precisará desse remédio contra o amor.
- Requiem

Inigualável, amor. Iningualável!

Só o seu olhar me fazia sentir sem chão e só o seu sorriso me fazia sorrir. Então porque inferno te procuro em pessoas diferentes? Seu gosto em outras bocas, sua voz aveludada em outros timbres, seu toque em outras texturas, seu olhar em outros olhos, seus sentimentos em outros corações?! Isso é o que a distancia faz! Cadê você? Vem e me abraça! Eu não quero esperar a minha vida pra te ter comigo. Eu não quero esperar tanto pra te ter de novo. Sim, de novo. Eu já te tive e te provei tantas vezes em meus sonhos sem que você ao menos saiba… Eu prometo que terei coragem de ir com você pra onde quer que seja. Não vou hesitar em fugir pra viver um grande amor. São das loucuras que surgem as melhores histórias, e são os riscos que corremos que tornam histórias de amor em verdadeiros romances. Quero histórias. Quero poder dizer aos meus netos que o avô deles foi e sempre será o amor de minha vida! Quero dizer aos meus filhos que o pai deles foi o único que despertou em mim algo que me fez fazer loucuras. Quero poder contar a todos nossas histórias com o brilho nos olhos de quem as viveu e não apenas sonhou. Não quero demorar 50 anos para te achar de novo. Sei que seria uma linda história, mas não quero viver minha vida longe do meu amor, do homem que talvez seja o único que poderei olhar e dizer “eu te amo” para o resto da vida. Vem e seja meu, não deixe que a vida corra sem nós. Não eu e você, mas nós. Vem pro meu lado. Vamos escrever um livro com as pegadas que deixamos e deixaremos. Vem comigo fazer da terra um paraíso particular. Vem comigo tornar a felicidade uma realidade e não apenas um almejo. Prolemas virão, mas o amor tudo suporta, tudo ultrapassa, tudo vence. Vem vencer comigo. Vem amar a mim.
- Requiem

Olhos Azul-Marinho

Em seus olhos pude encontrar um brilho que eu nunca havia visto no olhar de ninguém. Uma sinceridade da qual nunca havia sentido nem o cheiro. Um sentimento difícil de entender. Eu nunca havia visto olhos como os seus, nem mesmo do mesmo tom de azul. Lembro-me bem que nunca chegamos a conversar, mas todas as vezes que meu olhar encontrava o seu eu simplesmente não conseguia desviar minha atenção. Mesmo de longe eles eram incríveis. Incrivelmente azuis, de um azul escuro entre o marinho e o hortência. Hipnotizantes. Desde o dia em que você desapareceu não achei olhos parecidos com os seus, nem o mais belo tom de azul se comparava ao tom do teu olhar. Havia algo mágico em te olhar. E talvez eu nunca mais tenha essa sensação.
- Requiem

Janela em Branco

"Na janela em branco tento inútilmente digitar o que sinto. O problema é: Não estou sentindo nada. Não é vazio, não é tristeza, não é alegria, não é paixão. Simplesmente não é nada. Literalmente eu estou neutra. Não sorrindo, não chorando, só… Bom, eu não sei o que estou fazendo. Talvez só esperando o dia acabar e nascer o sol novamente. Ou aguardando que algo aconteça (?). A tela já não está mais em branco, mas continua vazia de certa forma. As letras e palavras não significam quase nada. Algo cheio tem que ter alma; sentimento, mas aqui não tem nada disso. Ouço a voz da minha mãe falar coisas que para mim parecem sem nexo. Continuo neutra. Nada de música no ar. Só o som dos meus dedos nas teclas, dos carros que passam na avenida e do que está acontecendo no andar de baixo. Minha inspiração não vem e eis um sentimento: ansiedade. Quero minha ispiração de volta."
- Requiem

Oração

Querido Pai, aqui estou novamente. Confusa, triste e cansada. Não, não estou carregando o mundo nas costas e nem passando pelo pior problema do mundo, mas o Senhor sabe até onde eu aguento e sabe o porque eu estou frágil, tanto é que quero Lhe perguntar isso porque eu mesma não sei o motivo. Senhor, eu tinha me feito tão forte e novamente estou aqui a chorar e não sei o que fazer pra parar. Eu quero me aproximar de Ti, mas não tento, estou sem vontade de tentar, me ajuda? Eu sei que Tu podes me fazer ficar bem, Tu és vida e salvação e eu sei. Eu nasci sabendo disso, mas talvez só agora eu tenha entendido melhor. Senhor, talvez eu não tenha entendido da forma correta o que o Senhor queria me mostrar… Tem tanta coisa acontecendo… Senhor eu quero me sentir na Tua presença novamente. Me ajuda. Quero ter vontade de te entender, porque vontade de te ouvir não falta… Sei lá, seria tão mais fácil se o Senhor simplesmente me mudasse, e não me esperasse deixar completamente… A vontade que eu tenho de pecar me impede de querer me entregar comlpetamente… Senhor POR FAVOR me muda agora. Eu não aguento mais isso. Eu me sinto estranha e ruim por gostar de sofrer e de dor, porque sei que Tu não gostas disso. Não gostas de me ver me machucando seja propositalmente ou não. Senhor, eu sei o quanto me ama. Me devolve a vida que o pecado e a dor roubaram de mim. Eu já fui tão mais feliz, eu acho, sei lá, mas por favor me faz enxergar Teus sonhos e seguí-los. Me ajuda, meu Pai. Eu sei que podes! Por favor, não espera eu mudar de idéia! Entre, me invada e me muda! Eu não ligo! Pelo Teu amor, por favor, faz isso! Em nome de Jesus, Amém.
- Requiem

Um Nó de Nós

"Estamos unidos por um nó.
Um nó inseparável.
Um nó na alma.
Um nós.
Um nó que jamais se romperá.
Um nó que eu ansiosamente aguardo
Para criar fisicamente
Em um entrelaçar;
Um entrelacar dos dedos
Das suas mãos entre os meus.
Em um encontrar de olhares
Olhares seus e meus.
Em um beijo entre sorrisos
O seu sorriso e o meu.
Em um toque arrepiado
Do teu corpo com o meu.
Uma união de corações.
Para que se torne um só.
Uma união de almas.
Para que se forme um nó."

- Requiem